A presença da mãe e do irmão
Elvis teve um irmão gêmeo (Jesse Garon), que morreu logo ao nascer. O irmão foi enterrado em um cemitério comunitário em Est Tupelo. Atualmente a lápide simbólica do irmão de Elvis está em Graceland. Durante a infância do cantor, a ligação de Elvis com o irmão tornou-se evidente, denotando que a morte de Jesse nuca foi totalmente assimilada tanto pela mãe quanto por Elvis. Muitos acreditavam que o cantor era o único a saber o local exato do primeiro jazigo do irmão e diziam que tinha o costume de ir ao cemitério em que o irmão foi enterrado para conversar com ele. Pessoas próximas relatam que depois de depositar flores sobre o túmulo do irmão, Elvis ia a um lago próximo e conversava com seu reflexo, como se fosse o irmão, um comportamento normal para uma criança, Elvis levou este costume para a sua vida adulta. A presença da mãe e do irmão acompanharam Elvis por toda a vida, mesmo depois de mortos.
Amigos pessoais e até mesmo a ex-esposa Priscila Ann, informaram que por diversas vezes Elvis, subtamente deixava-os falando sozinhos em meio a uma conversa ou raciocínio para falar com seu irmão ou mãe, que notadamente, eram sua sombra projetada na parede. Muitas vezes encontrava-se Elvis falando sozinho em diálogos eloquentes.
Elvis tinha uma premonição de que não viveria por muito tempo e que estava neste mundo para uma missão muito especial. Suas dúvidas o levaram a um período de depressão, angústia e agressividade, culminando para uma variação de humor que mudava frequentemente. A mãe de Elvis dizia que quando dois gêmeos idênticos nascem e um deles morre, o outro assume a força de dois.



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