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Se é loucura, então melhor não ter razão.
Seguir regras, encaixar-se a padrões, adequar-se ao real, sonhar somente sonhos possíveis. Para quê? Para ir onde todo mundo já foi? Para dizer o que se espera que seja dito? Para amar sem emoção? Para ser escravo da razão? Eu não! Eu não quero a clausura da normalidade, as amarras das leis, da obviedade, do habitual. Antes o desesperado que o que é sempre esperado. Prefiro o inédito, o inusitado, o não-pronto. Insisto em inventar realidades, em criar o meu chão, em acreditar no sentimento inédito, em me encantar com o simples, em suspirar em todo pôr do sol, em acreditar que nada é de novo. Eu prefiro a afetação à anestesia. Eu prefiro a loucura exposta à qualquer coisa reprimida. Eu prefiro a criação.
Desc/Autoria
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