É extraordinário como precisamos de morrer para viver intensamente. Morremos de cansaço quando o cansaço é extremo. Morremos de tédio quando o aborrecimento é excessivo. Morremos de impaciência porque não queremos morrer sem conseguir. Morremos de saudades quando as coisas que vivemos valeram a pena ou quando ansiamos pelo reencontro. Morremos a rir quando a vontade de rir nos faz sentir vivos. Morremos de amor porque o amor é a nossa vida. Estamos mortos sempre por alguma coisa e aquilo por que morremos é aquilo que nos faz viver.
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